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Metade das cidades poderá sofrer com falta d’água até 2015 | Jornal Correio do Brasil

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Jovem recebe primeiro transplante total de rosto nos EUA

Jovem recebe primeiro transplante total de rosto nos EUA
21 de março de 2011  18h03  atualizado às 20h52
A equipe de médicos, enfermeiros e anestesistas trabalhou por 15 horas para implantar a nova face no jovem de 25 anos-Foto-AFP
Um agricultor de 25 anos que ficou desfigurado após ter sido atingido por um fio de alta-tensão recebeu com êxito um primeiro transplante total de rosto realizado nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira um hospital em Boston.
Dallas Wiens, 25 anos, ficou com o rosto desfigurado após ter sido atingido por um fio de alta-tensão
Foto: AFP
Dallas Wiens poderá ter vida nova com um rosto implantado na semana passada por uma equipe de 30 pessoas no Brigham and Women's Hospital de Boston, Massachusetts. A instituição afirmou que se trata do "primeiro transplante total de rosto" realizado no país.
A operação ocorreu na semana passada, mas as imagens foram divulgadas nesta segunda-feira
Foto: AFP
O jovem de Texas ficou ferido em novembro de 2008, quando sua cabeça encostou em um fio de alta-tensão. As queimaduras literalmente "apagaram" seu rosto. Apesar de os cirurgiões não terem sido capazes de devolver sua visão, Wiens está recuperando-se da cirurgia e pode falar, disse o médico que dirigiu a operação, Bogdan Pomahac, em coletiva de imprensa.
"Está desperto e falando por telefone", contou. "A grande notícia de hoje marca um rito no legado do Brigham and Women's no transplante. A ação pioneira da equipe é um presente tornado possível graças ao ato mais generoso que um humano pode fazer por outro: a doação de órgãos", disse a presidente do hospital, Betsy Nable.
Pomahac dirigiu a equipe de médicos, enfermeiros e anestesistas que trabalharam 15 horas para substituir "nariz, lábios, pele facial, músculos faciais e os nervos que permitem as sensações", indicou um comunicado.
O custo de US$ 300 mil da operação foi coberto pelo Departamento de Defesa. O avô de Dallas Wiens, Del Peterson, agradeceu efusivamente aos médicos por sua maratona cirúrgica. "Vocês tornaram esse dia uma viagem espetacular", afirmou. "Dallas sempre disse que depois do acidente tinha duas opções: melhorar ou se amargar. Ele escolheu melhorar. Graças a Deus hoje está melhor".
AFP
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O hospital ainda não divulgou imagens de como ficou o rosto transplantado
Foto: AFP



Blogagem coletiva sobre nascimento,proposta do blog Publicar Para Partilhar,juntamente com os blogs NACO ZINHA da irmã da Rosélia e o da própria Rosélia.


Falar sobre nascimento dá pano pra muitas mangas,muita história bonita,muitas emoções e muito choro com as lembranças que aflorarão à mente.Preferi simplificar um pouco com as fotos e lembrando as REENCARNAÇÕES DOS MEUS FILHOTES que assumimos no mundo espiritual o compromisso,e até hoje temos cumprido com a tarefa e só temos recebido alegrias de todos eles.O pai passou para o mundo espiritual mais cedo e eu continuo na batalha e compromiosso de não falhar.Filhos bemvindos e amados!!!!

“Nascer, viver, morrer, renascer, ainda, e progredir sempre, tal é a lei.”



 
E nada da sonhada menina que o pai esperava desde a primeira gravidez!!Decidi parar um pouco,depois de três partos normais.Cinco anos se passaram quando decidi engravidar para ligar trompas e arriscar a menina.Engravidei e aos 6 meses sofri uma ameaça de aborto depois de levar uma carreira de sapa(Tenho paaaaaaaaaaaaaavor!!!)choca.Graças a Deus depois de uma super barriga meu marido pode pular enlouquecidamente no Real Hospital Português do Recife onde retornou aos nossos braços,nossa Princesa!Flaviana Cristina

E A VIDA CONTINUA...NASCER,VIVER,MORRER,RENASCER AINDA E PROGREDIR SEMPRE,TAL É A LEI.(ALLAN KARDEC)


O Chuchu

- O Chuchu
Por Paulo Roberto Gaefke 

Era só um Chuchu, meio apodrecido em uma das pontas, era candidato perfeito ao lixo. Mas, mesmo sem acreditar muito naquele Chuchu, uma pessoa abriu uma cova no chão e plantou-o desajeitadamente, sem esperar nada em troca. 
Deixou ali e esqueceu-se do pobre...

Algum tempo depois, desafiando a sua própria condição, o Chuchu faz sair das entranhas da terra, o seu primeiro caule que logo busca algo para sustentar a sua escalada. Livre, abençoado pelos raios de sol, acariciado pelo vento e saciado pelas gotas do orvalho, ele cresce um pouco mais forte a cada dia.

Um belo dia, aquele homem que plantou o Chuchu, vê alguns pequenos frutos pendurados na bela rama verde que cerca o muro, e pouco tempo depois, o pé carregado de belos chuchus, serve de refeição para a sua família e de muitos vizinhos que impressionados pela beleza daquela plantação se aproximam e pedem alguns.

É assim, que de um simples chuchu que ninguém dava nada, um monte de gente se alimenta dos seus frutos. Bastou uma pessoa acreditar, uma única pessoa fazer um gesto positivo, depositando um pouco de confiança naquele chuchu e ele, usando toda a carga genética que havia dentro dele, utilizando-se da força que a terra, á água, o sol e todos os elementos disponíveis naquele ambiente, transformou-se de quase morto em alimento vivo, que produz, dá frutos e gera nova vida.

Assim é você! 
Pode ser que hoje, você esteja se sentindo um "Chuchu velho", semi-apodrecido, abandonado e sem valor, ou ainda, acreditando que jamais produzirá bons frutos, pois lhe falta oportunidades, que lhe falta uma pessoa que acredite em você...

Pois eu lhe digo, Deus acredita em você, e lhe dá todos os dias, um pedacinho de terra fértil, para que você desenvolva o seu poder, esse poder que já está ai dentro, armazenado em sua alma, que os "biólogos geneticistas" chamam de herança genética, e que os anjos chamam de "lembrança divina", brote, dê frutos e espalhe suas sementes pelo mundo, vencendo obstáculos.

Não desista de nenhum dos seus sonhos sem antes tentar exaustivamente realizá-los de maneira satisfatória. Você tem um voto de confiança Divino que através da Vida, coloca  a sua disposição, a terra, o ar, a água, o fogo, o vento, a natureza como um todo para que você possa progredir. 

Trabalhe, esforce-se, faça como o Chuchu que se agarra até no improvável concreto, usando de uma força descomunal para fazer com que os seus frutos brotem saudáveis e tão desejados.
Ah! e se você não gosta de Chuchu, não se preocupe, o mundo também é assim com as pessoas, não existe unanimidade entre os povos, nem Jesus agradou a todos, imagine o Chuchu, quer dizer, você. O importante é realizar a sua tarefa com a certeza de que está fazendo o seu melhor, na certeza de que você não desistiu na primeira chuva forte, nem desanimou diante dos conselhos medíocres de quem só tem inveja de você.

Seja então como o Chuchu que com um voto de confiança cresce, frutifica e alimenta muitos, ainda que com tão pouco. Se lhe faltava um voto de confiança, se lhe faltava um crédito de vitória, eis que Deus lhe envia hoje esta singela mensagem, dizendo bem no "no pé do seu ouvido", só para você escutar:
- Eu te amo e sei que podes vencer!

Paulo Roberto Gaefke

CARNAVAL

CARNAVAL
                                                         
Atrás do trio elétrico s
ó não vai quem já morreu... – Caetano Veloso.
 
Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval. 
O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos.
Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval. Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. 
Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. 
Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão. 

Atrás do trio elétrico também vai quem já morreu...”.
No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.
Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval. Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranquilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”. Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo. O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade, hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A carne nada vale”. O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra. Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”. Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento. Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão. As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”. Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento, esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e consequências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação - O Livro dos Espíritos - estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, frequentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma frequência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a prática da caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apostolo da caridade no Brasil”. Fonte: Revista Visão Espírita - Março/2000

A Doutrina Espírita nem apóia nem condena o Carnaval, o que ela sempre faz é nos esclarecer. O Carnaval é uma festa popular e, como em qualquer outro dia, o importante é buscarmos ficar em equilíbrio e tranquilidade, sem aflições nem excessos. Enquanto muitos se divertem, desequilibradamente, podemos fazer o bem. Se gostamos do carnaval, podemos entrar na festa, mas lembrando que a doutrina nos ensina a manter sempre uma postura moral elevada, independente da ocasião. No mais, para todas as situações da vida, lembremos sempre da recomendação de Paulo de Tarso (I Coríntios 10:23): “Todas as coisas me são lícitas, mas nem tudo me convém; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam”.
                                                                 

AZUL

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