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O LADO BOM DA INTERNET...


Sou grata ás possibilidades que me foram oferecidas pela vida em todos os sentidos!!!!
Saí da minha cidade em 1975,e os amigos também foram saindo,cada um com seus motivos.A vida nos distancia de amigos queridos,de conhecidos queridos,de personalidades amadas por tudo que fizeram por ELA-POR ARCOVERDE!!!!!BERÇO DO I CARDEAL DA AMÉRICA LATINA!Por um tempo fiquei longe da net,até que um dia encarei e foi uma benção,aqui trabalho,divulgo a Doutrina Espírita e faço mais amigos.Fora da minha terra natal,posso dizer que hoje sou mais próxima dos amigos virtuais,nem tão virtuais assim.Rompemos as fronteiras com nossas amizades e nos sentimos perto.E para completar o quadro a net me possibilitou o ensejo de encontrar os conterrâneos,os arcoverdenses,os filhos dos amigos,professora do primário na época,netos,neto de ex-namorado (pode?) etc...Destes encontros cito encontrar o blog do Roberto Moraes e descubro que antes de partir para o mundo espiritual nos deixou este rico presente.Roberto,filho de Sr.Jonas.talvez nem lembrasse de mim,pois convivi mais com seus irmãos,mas ser-lhe-ei sempre muito grata pelo presente,que recebi da querida Jussara,sua jovem e linda viúva e do seu filho também Roberto.Jussara também arcoverdense e minha vizinha.A vida nos distanciou e o lado bom da net nos reaproximou.Escrevo neste momento,com toda minha emoção e lembrando da Jussara menina,minha vizinha,de Severina sua mãe e seus irmãos!!!!Através dela reencontrei uma das minhas amigas,Marlene,das mais próximas,das mais queridas;éramos em 4,pau pra toda obra!!Amigas de verdade.Fiquei sabendo que Sonja qu já foi ter com o PAI;e que outras amigas estão mais perto do que poderia imaginar.Logo nos reencontraremos ao vivo e a cores.Obrigada Roberto pai e filho!!!!Obrigada Jussara!!!!Obrigada pelo ÍCONES-PATRIMÔNIO CULTURAL DE ARCOVERDE!!!QUE JESUS O AMPARE SEMPRE E ATÉ O REENCONTRO!!! 

Paraplégico consegue levantar com estímulos elétricos


20/5/2011 13:11,  Redação, com BBC

Um norte-americano que perdeu os movimentos do tronco para baixo após sofrer um acidente de carro agora consegue se levantar, graças a um estímulo elétrico em sua espinha dorsal. Rob Summers, do Estado de Oregon, disse que ficar de pé sozinho “é uma sensação incrível”.
Ele consegue mover voluntariamente seus dedos do pé, quadris, joelhos e tornozelos, além de andar em uma esteira com ajuda de terceiros, segundo pesquisa publicada no periódico especializado The Lancet.
Mas um especialista britânico adverte que o caso não deve ser interpretado como a descoberta da cura para casos de paraplegia.
Eletrodos
Summers foi um bem-sucedido jogador de basquete até 2006, ano em que foi atropelado e teve sua espinha dorsal danificada.
Com isso, sinais enviados pelo seu cérebro, que antes “viajavam” pela espinha dorsal, foram bloqueados, e ele ficou paralisado.
Como funciona
•Na maioria das lesões em espinhas dorsais, muitas das células nervosas permanecem
•Essas células, segundo cientistas, podem captar sinais das pernas e responder. É isso que permite que uma pessoa saudável caminhe sem precisar pensar
•Após uma lesão, as células precisam de ajuda, que pode vir na forma de um estímulo elétrico
•Esse estímulo imita uma mensagem do cérebro
Agora, médicos implantaram 16 eletrodos em sua espinha.
Summers começou a ensaiar diariamente tentativas de se levantar e mover as pernas, enquanto sinais eletrônicos eram enviados para a espinha dorsal.
Em questão de dias, ele conseguiu se levantar sozinho e, depois, obteve controle sobre suas pernas, de forma a dar alguns passos, por curtos períodos de tempo e com o amparo de ajudantes.
Ele recobrou, também, controle sobre funções corporais, como o funcionamento de sua bexiga.
– Nenhum de nós acreditou –, disse o professor Reggie Edgerton, da Universidade da Califórnia.
Para Summers, “foi uma longa jornada, de incontáveis horas de treinamento, que mudaram a minha vida completamente”.
– Para alguém que, durante quatro anos, não pôde mover sequer um dedo, ter a liberdade e a habilidade de levantar sozinho é uma sensação incrível –, disse.
Advertências
Há outros quatro pacientes na fila para receberem tratamento semelhante ao de Summers.
O estudo prova que o estímulo elétrico pode ter sucesso, mas, para o professor Geoffrey Raisman, do Instituto de Neurologia da universidade britânica UCL, ainda que o caso seja de grande interesse, a aplicação desse tipo de tratamento no futuro “não pode ser julgada com base em apenas um paciente”.
– Do ponto de vista das pessoas que sofreram lesões na espinha dorsal, futuros testes do procedimento podem criar mais uma abordagem de obter benefícios. Não se trata da cura.
A médica Melissa Andrews, do Centro de Recuperação Cerebral, de Cambridge, “as pessoas devem ler (o estudo) e saber que a possibilidade existe, mas pode não chegar amanhã. É o mais perto (da cura a paralisias) que já chegamos, e a melhor esperança no momento”.
Para Summers, sua história é uma “mensagem de esperança para pessoas paralíticas quanto à (possibilidade) de andar novamente. É uma grande possibilidade”.


Polêmica ou ignorância?

Marcos Bagno: o livro didático e a ignorância da grande imprensa

Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.
Por Marcos Bagno*, em seu siteJornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia página e saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos do que eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentemente convencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).
Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.
Já no governo FHC, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação linguística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo, a mudança irreprimível que transformou, tem transformado, transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana.
Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares” poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito.
E, é claro, com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”, esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar, e o de seus aprendizes, não é feio, nem errado, nem tosco, é apenas uma língua diferente daquela – devidamente fossilizada e conservada em formol – que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo, principalmente nos últimos tempos, com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que, amparados em tecnologias inovadoras, tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre.
Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro do conjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantados para as colônias, enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si, com gramática própria, diferente da do português europeu, teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.
A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua, em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam, em ciclos constantes.
Nesses discursos só existe o preto e o branco, o masculino e o feminino, o mocinho e o bandido, o certo e o errado e por aí vai.
Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse, sim, que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido como “o homem vem do macaco” para empreender sua campanha obscurantista, que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado).
Da mesma forma, nenhum linguista sério, brasileiro ou estrangeiro, jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas mais distantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali, fechados em sua comunidade, em sua cultura e em sua língua.
O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa não significa automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los ao mundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem! Parece óbvio, mas é preciso repetir isso a todo momento.
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM.
O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assiti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente.
Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?
* Marcos Bagnos é escritor, linguista e professor da Universidade de Brasília

Pais descobriram que os bebês concebidos com a ajuda de Roger Abdelmassih não eram seus filhos biológicos

                                        

Doutor horror - trecho

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 14 de maio de 2011.

MARIANA SANCHES. COM CRISTIANE SEGATTO


Em 23 de novembro de 2010, a Justiça brasileira deu seu veredicto: a clínica de reprodução assistida do médico Roger Abdelmassih fora palco de um show de horror. A acusação de ter estuprado sistematicamente dezenas de pacientes levou o mais renomado especialista em reprodução humana do Brasil ao banco dos réus em 2008. A condenação de Abdelmassih a 278 anos de prisão pelos abusos, no entanto, não encerrou um dos mais dramáticos capítulos da história médica do país. Nos últimos dois anos, o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Polícia Civil investigaram, em sigilo, os procedimentos médicos da clínica e recolheram depoimentos de ex-pacientes de Abdelmassih. Somem-se aos dois inquéritos as revelações feitas a ÉPOCA pelo ex-colaborador do médico, o engenheiro químico Paulo Henrique Ferraz Bastos (leia a entrevista), e chega-se a uma conclusão estarrecedora: parte dos cerca de 8 mil bebês gerados na clínica de Abdelmassih não são filhos biológicos de quem imaginam ser.
Essa conclusão é resultado de exames de DNA feitos em pacientes da clínica e em seus filhos. As autoridades estão convencidas de que Abdelmassih enganava seus clientes e implantava no útero da futura mãe, sem o conhecimento do casal, embriões formados a partir de óvulos e espermatozoides de outras pessoas. Os pais biológicos das crianças são outros, e não o casal que se sentou nas poltronas do consultório de Abdelmassih disposto a se submeter ao tratamento de reprodução e que pagou os milhares de reais que o médico cobrava pela fertilização. Pelo menos três casais, um de São Paulo, outro do Rio de Janeiro e o terceiro do Espírito Santo, já descobriram, depois do nascimento da criança, que o DNA de um dos dois não é compatível com o do filho. Esses três casais contaram sua história, comprovada por exames laboratoriais, em depoimento ao Ministério Público. ÉPOCA teve acesso ao processo e revela o conteúdo do depoimento de um desses casais, cuja identidade não será revelada.
A história contada por eles ao MP é chocante. Em 1993, procuraram a clínica de Roger Abdelmassih diante da suspeita de infertilidade do marido. Realizaram exames que, de acordo com Abdelmassih, atestaram a capacidade do casal de gerar um filho. Ainda assim, o médico sugeriu que eles se submetessem a uma fertilização in vitro, que seria, em suas palavras, um procedimento mais rápido e eficaz para obter a tão desejada gravidez. Abdelmassih garantiu ao casal que o filho seria fruto de seus óvulos e espermatozoides e que a fertilização seria usada apenas por uma questão de conveniência. A mulher se entusiasmou com a promessa de gravidez e o marido acabou por concordar em fazer a reprodução assistida. Formados nos laboratórios de Abdelmassih, os embriões foram implantados na mulher.
No marido, porém, cresceu uma dúvida. Durante uma das consultas de sua mulher, já grávida, ele disse a Abdelmassih que faria um teste de DNA depois do nascimento do filho. De acordo com o depoimento dessa testemunha, “alterado e aos gritos, o doutor Roger o expulsou de seu consultório”. Na consulta seguinte, de acordo com o depoimento da mulher, “o médico lhe entregou um envelope com dois comprimidos, um para ingestão imediata e outro após três horas”. A mulher, no entanto, nem chegou a tomar o segundo comprimido. Precisou ser socorrida às pressas com fortes dores abdominais que indicavam o início de um aborto. Análises em laboratório comprovaram que o comprimido dado por Abdelmassih e que a mulher ingeriu era Citotec. É um medicamento usado no tratamento de úlcera e cuja comercialização foi proibida no Brasil, em 1998, por seus conhecidos efeitos abortivos. 
 aborto não se completou, e nem a mulher nem o marido retornaram mais à clínica de Abdelmassih até o nascimento de seus filhos, um casal de gêmeos. Somente depois que a mãe deixou de amamentar, testes de DNA nos pais e nas crianças foram feitos. E comprovaram que ela era a mãe biológica das crianças, mas ele não era o pai biológico. Atordoados, procuraram Abdelmassih e um advogado. Queriam entrar com uma ação judicial contra a clínica, mas acabaram aceitando o acordo proposto pelo médico para ficar em silêncio: ele e a mulher receberam, em 1994, R$ 300 mil cada um (o que equivaleria hoje a R$ 1 milhão, considerando a inflação do período). Em troca, assinaram um termo, com data retroativa, permitindo o uso de esperma de terceiros na fertilização feita nela. O acordo não encerrou os problemas do casal. Eles se separaram. A mulher nunca se recuperou do trauma. O pai optou por criar as crianças como se fossem suas. Ambos decidiram não investigar a identidade do pai biológico de seus filhos. Aos gêmeos, hoje com 17 anos, a história nunca foi contada.
O depoimento do casal, que procurou a clínica de Abdelmassih no começo da década de 90, levanta suspeitas de que o médico pode ter passado duas décadas adotando procedimentos ilegais em seus processos de reprodução. Isso ajudaria a explicar as impressionantes taxas de sucesso de fertilização alcançadas por sua clínica. Em 2003, 47,1% dos procedimentos feitos por Abdelmassih resultaram em bebês, em comparação com meros 31,7% de casos de sucesso da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida, instituição científica que reúne mais de 90% dos centros de reprodução humana latinos. Formado em medicina na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 1968, Abdelmassih tornou-se referência em reprodução assistida não só no Brasil como no mundo. Suas estatísticas provocavam uma romaria de médicos a sua clínica para tomar aulas, aprender procedimentos. E funcionavam como a mais eficaz propaganda para atrair pacientes. Ele dizia ter atingido a impressionante marca de 20 mil clientes ao longo da carreira.
Com o objetivo de melhorar ainda mais seus índices de sucesso na fertilização, Abdelmassih inaugurou, em outubro de 2005, um laboratório de pesquisa com células-tronco em sua clínica. Ele recrutou para trabalhar ali os geneticistas de origem russa Alexandre Kerkis e Irina Kerkis. A contratação foi anunciada com orgulho pelo médico em colunas sociais na imprensa. Alexandre e Irina Kerkis desembarcaram no Brasil em 1995 e, embora nunca mais tenham voltado a morar na Rússia, conservam ainda forte sotaque e dificuldades em se expressar em português. Trouxeram na bagagem a livre-docência obtida no Instituto de Citologia Genética de Novosibirsk, na Rússia, e o domínio da técnica de modificação do código genético de animais para que eles produzam proteínas humanas. Trabalharam na Universidade Estadual do Norte Fluminense e depois na Universidade de São Paulo (USP), com a geneticista brasileira Lygia da Veiga Pereira. Nos laboratórios de genética da USP, o casal Kerkis conheceu o engenheiro químico Paulo Henrique Ferraz Bastos, aluno do curso de mestrado.
Em 2005, o casal Kerkis e Paulo Bastos iniciaram uma sociedade na empresa Genética Aplicada Atividades Veterinárias Ltda. Os geneticistas de origem russa trabalhavam ao mesmo tempo com Abdelmassih e na empresa veterinária. Isso, segundo Bastos, dava-lhe acesso aos laboratórios da clínica. No site da clínica de Abdelmassih, retirado do ar na última quinta-feira, depois de contato feito pela reportagem de ÉPOCA, Alexandre Kerkis aparecia como membro da equipe da clínica e responsável pelas pesquisas com células-tronco. Em outra parte do site, eles são destacados como reforços nas pesquisas com óvulos e espermatozoides. Segundo afirma Bastos, que saiu da empresa depois de um litígio com os sócios, Alexandre e Irina Kerkis, atualmente alvos de uma investigação do Ministério Público, relataram a ele uma série de procedimentos médicos ilegais ou eticamente condenáveis, realizados na clínica com o material genético recolhido dos pacientes com o objetivo de aumentar o sucesso das fertilizações.

ESTUPRO

[Texto escrito em modo irônico]
Ok, então eu tenho que:
1)Usar cabelo curto
2)Me vestir como um homem, quando mais tecido melhor, afinal nem faz tanto calor assim no Rio...
3)Sair depois das 8:30 e chegar antes das 22:00 em casa
4)Não estacionar em estacionamentos, vigiar minhas necessidades fisiológicas (preferência faça todas em casa), não passear em parques e em jardins (talvez uma voltinha em meio as plantinhas que tenho na minha sala de estar)
5)Torcer para caso EU seja descuidada o criminoso (sim, por incrível que pareça para algumas pessoas, estupro é crime) esteja portando uma arma assim ele poderá ficar mais tempo preso caso seja pego (não por me estuprar, claro porque isso deve ser culpa minha pois eu que devo ter sido descuidada)
6)Vigiar todos os lugares por onde ando e ser bem agressiva com o estuprador (sentimentos ambíguos... mas talvez seja melhor torcer para que ele não tenha uma arma nesse momento)
7)Andar sempre com um guarda-chuva grande na mão mesmo em dias ensolarados e noites estreladas (noite? Que noite? Onde já se viu, lembra do conselho 3? Corra para casa de preferência antes de anoitecer, melhor pecar pelo excesso de zelo, afinal depois ainda vai ter que ouvir da polícia: "Viu? Eu te avisei")
8)Ser sagaz e paranoica, ver todos os homens como estupradores em potencial e todos os lugares por onde ando um pode estar a espreita e toda a sombra pode ser um bom lugar para ele me (e te) estuprar.
9)Manter a garganta sempre em dia, aqui eles falam em spray de pimenta, mas infelizmente a venda e uso desse produto pelas mulheres é proibido no Brasil se alguma for pega com isso na bolsa é capaz de ficar mais tempo presa do que o estuprador.
10)Novamente, seja paranoica, o tempo todo. (estranho chamar o estuprador de "rapaz")
11)Claro, grite FOGO! FOGO! Pois ninguém quer ajudar uma mulher que está sendo estuprada, mas todos adoram ver alguém sendo queimado vivo....(as pessoas são curiosas, mas estupro realmente ainda é um assunto tabu)
12)Não, não são coisas simples, simples seria dizer logo de uma vez para as mulheres nem saírem de casa mais.
Esse vídeo é uma cortesia da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, onde a responsabilidade de não ser estuprada é toda de nós, mulheres. Afinal vivemos em um país onde a culpa é sempre da vítima.
Essa publicação é uma “homenagem” ao “Rafinha das cavernas” e suas declarações mais infelizes que esse vídeo.
Nenhuma mulher é estuprável!
Ao invés da polícia dar dicas para as mulheres, seria melhor fazer uma campanha dizendo que "ESTUPRO É CRIME SIM SENHOR" pois muitos parecem esquecer disso, incluindo esse tal Rafael "Criminoso" Bastos. Aproveito para deixar aqui um link para um ótimo texto da Renata Oliveira Lima: Isso não é um convite para me estuprar!!!!

Simplesmente minha mãe!!!

Simplesmente minha mãe!!!!
                                              Minha linda mãe (21 anos) eu(a do meio)e +2 irmãs!
                                                Na bagaceira da praia em Janeiro de 2011!!!
"Minha criadora e minha criatura!
Palhaçando com o único filho homem dos 10!!
Simplesmente minha mãe!!!!

Muito já se disse sobre as mães, em todos os sentidos.Mães boas,outras nem tanto,mães que amam e sabem mostrar este amor,sabem externar;mães calientes; mães com carência de determinados sentimentos,ou vergonha de serem boas ,de mostrarem que amam;mães que educam;mães que deseducam.A minha é SIMPLESMENTE A MINHA MÃE!!!!E isto é tudo... Não bastasse os 9 meses de gestação,as náuseas causadas por algo estranho crescendo dentro de si;o peso que carregou  sem deixar seus afazeres,não considerados como trabalho por muitos,as noites não tão bem dormidas quando tem que arrumar o barrigão...Tem o parto super normal do qual se orgulha de dizer,sem hospital,sem médico,apenas com a parteira MÃE ROSA,uma sábia que “pegou” a mim e aos outros nove;o que falar mais desta mulher?Com todos os seus defeitos e qualidades ela é simplesmente A MINHA MÃE!
Não estaria hoje aqui como blogueira tivesse ela optado pelo aborto por julgar-se dona do próprio corpo, como querem os que defendem a legalização do aborto em nosso país.Obrigada minha mãe,do contrário não seria eu co partícipe da obra do Criador.Fica minha lembrança aqueles que tem tantas queixas das suas mães por diversas razões,para que as amem assim mesmo,pelo fato de lhes ter permitido viver;não lhes ter assassinado!!!Obrigada minha mãe por mim e pelos outros nove espíritos que você permitiu reencarnar!!!!
OBRIGADA À TODAS AS MÃES QUE PERMITIRAM À SEUS FILHOS VIVER!!!Fácil entender porque Jesus disse:Amai-vos uns aos outros como eu vos amei!!!!!!Para com nossos pais disse muito mais:HONRAR PAI E MÃE!!!!!!!!!!Isto é muito mais que amar!!!!!!Não importa os erros que cometam,deles prestarão contas ao PAI!!!!!!!PARABÉNS MULHER MÃE!!!!!!!MULHER FUTURA MÃE!!!!PARABÉNS MUITO ESPECIAL PARA MINHAS TRÊS NORAS!!!!!

                                              Com Paula e Flávio Augusto-Ano Novo 2010/2011
                                             
                                                  Batizando,com meu pai, meu filho nº 2 Fábio Eduardo
                                                   
                                                       Ainda no batizado e meu filho nº1 na frente
                                                    E a cabeça do meu pai fiz um chaveirokkkkkkkkkkk
                                                    de burra é claro!!!!E ainda perdi o chaveiro....

LIVROS PARA DOAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!



O queridíssimo Antonio Campos,ganhador do prêmio de aniversário deste blog,doou o valor para comprar livros que seriam doados as crianças da instituição onde frequento e trabalho,o Centro Espírita Amor e Caridade;Para beneficiar mais comprei os livros na própria instituição (um benefício a mais) e serão doados à biblioteca da casa,pois serão úteis às crianças que lá estão hoje e as que estarão no fururo.Entregarei no próximo Domingo,que é dia da aula para as crianças,ou da evangelização.e posteriormente porei aqui as fotos para apreciação dos amigos.Mais uma vez meu agradecimento ao querido Noel dos Pampas e aos demais amigos que prestigiaram esta festa!!!








A SERPENTE E O SÁBIO


PARA NOSSA REFLEXÃO!!
 
"Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo.

Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo.

A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com o olhar sereno, e falou:
- Minha irmã, é da lei que não façamos mal a ninguém.
A víbora recolheu-se, envergonhada.
Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente.

Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes.
Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas.

A infeliz recolheu-se à toca, desalentada. Vivia aflita, medrosa, desanimada.

Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la.
Espantou-se, observando tamanha ruína.
A serpente contou-lhe, então, a história amargurada.

ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na.

O sábio pensou, pensou e respondeu após ouví-la:
- Mas, minha irmã, houve engano de tua parte.

Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus.

Não ataque as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor.

Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos."

Do livro "OS MENSAGEIROS", cap.20 - André Luiz/Chico Xavier

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