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Eterno Motivo

Eterno Motivo


Não me envergonho nunca de falar de amor
Terá vergonha a fonte em murmúrios de festa,
águas claras rolando dentro da floresta
de embalar a flor?

Terá vergonha o pássaro inquieto, sozinho,
de um dia cantar mais, (como todos cantamos)
- e tecer com gravetos de palha o seu ninho
na altura dos ramos?

Terá vergonha a terra de acordar cheirosa
e inteirinha vibrar ao despontar do dia,
oferecendo ao sol sua boca macia
naquela rosa?



(J.G de Araújo Jorge)


4 comentários:

  1. Linda a poesia amiga, muito bem escolhida!
    Beijos e ótimo fim de semana!

    ResponderExcluir
  2. Grande poeta!!!
    Bela escolha Zilda!!!
    Boa semana, amiga!!!
    Bjkas, muitas!

    ResponderExcluir
  3. Obrigada Sônia!!Beijo no coração.

    ResponderExcluir

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AZUL

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PERNAMBUCO

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