Seguidores

Menina à beira da falência dos rins desenvolve dois novos órgãos



G1 Enviado por Fernando Moreira - 
18.5.2010
 | 
12h47m

Uma menina de Louth (Inglaterra) deixou a comunidade médica de boca aberta.Angel Burton, que estava à beira da falência dos rins, conseguiu algo impensável:dois novos rins cresceram dentro dela. 

Aos 5 anos, Angel (nome bem apropriado?) foi submetida a uma cirurgia por causa dasinfecções renais que a acompanhavam desde o nascimento. Foi quando os médicos de um hospital de Sheffield descobriram que a menina tinha quatro órgãos - os dois novos rins estavam crescendo sobre os falidos. Três anos após, os novos rins assumiram a função dos problemáticos e a 
Angel foi declarada curada. 

Para a família, não há dúvida: Angel, aos 8 anos, foi salva por um 
"milagre".
"É um milagre real. É absolutamente incrível que nenhum dos exames tenha detectado os rins extras. Estamos tão gratos por Angel voltar à felicidade e à saúde", disse Claire Burton, mãe da menina.
De acordo com os médicos, os rins duplex se fundiram nas suas metades e têm ureteres totalmente independentes.

A DOR QUE DÓI MAIS

20 de julho de 1998 O título não é Saudade nem é do Miguel Falabela

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Uma tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, doem cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua pintando o cabelo de vermelho. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi à consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango assado, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua surfando, se ela continua lhe amando. Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer. Martha Medeiros Crônicas: Zero Hora


O DESTINO FINAL DOS FETOS
Friday, April 11, 2008
Uma história repugnante - Carlos Heitor Cony ( 11/04/08 )
Uma história repugnante Trabalho jornalístico fala sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos DOIS JORNALISTAS ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, fizeram há tempos uma ampla pesquisa sobre a indústria do aborto em Londres. O resultado foi um livro que causou espanto e merece, ao menos, uma reflexão de todos os que se preocupam com o assunto. "Babies for Burning" (bebês para queimar, editado pela Serpentine Press, de Londres) não é um ensaio sobre o aborto, mas um trabalho jornalístico sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos que anualmente são retirados de ventres que não desejam ou não podem ter filhos ou "aquele filho". No caso da Inglaterra, já existe uma lei, o "Abortion Act", de 1967, que permite a interrupção do processo de gravidez pela eliminação mecânica. Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. Durante a Segunda Guerra, os nazistas também exploraram esse ramo do negócio: matavam judeus aos milhões e aproveitavam a pele e a escassa gordura das vítimas para uma linha de subprodutos que iam de bolsas feitas de pele humana a sabões que lavavam os uniformes do Exército do 3º Reich. Os ingleses não chegam a ser famosos pelas bolsas que fabricam, mas pelo chá e pelos sabonetes -os melhores do mundo. Um "english soap" sempre me causou pasmo pela maciez, a consistência da espuma, a sensação de limpeza que dá a pele. Não podia suspeitar que tanto requinte pudesse ter -em alguns deles- as proteínas que só se encontram na carne -e carne humana por sinal. Desde que li o livro, cortei drasticamente dos meus hábitos de higiene o uso dos bons e estimulantes sabonetes ingleses. Aderi ao sabão de coco, honestamente subdesenvolvido, com cheiro de praia do Nordeste e eficácia múltipla, na cozinha ou no toucador. Contam os jornalistas: "Quando nos encontramos em seu consultório, o ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da sua maleta. O médico mostrou uma carta: - "Este é um aviso do Ministério da Saúde", disse, com cara de enfado. "As autoridades obrigam a incineração dos fetos... não devemos vendê-los para nada... nem mesmo para a pesquisa cientifica... Este é o problema...." - "Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e... e estou interessado em fazer uma oferta... também quero comprá-los para a minha indústria..." - "Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas... Temos de observar a lei... As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a guerra." E continuou: "Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são preparados para serem incinerados e depois desaparecem. Não sei o que acontece com eles. Desaparecem. É tudo." - "Por quanto o senhor está vendendo?" - "Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até 28 semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu estou pronto para fazer a curetagem. Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem um pouco antes de serem mortos. Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador porque tinham muita gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocadas numa incubadeira poderiam sobreviver mas isso aqui não é berçário. Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de um bebê indesejado e não estaria desempenhando meu oficio se deixasse um bebê viver. E eles vivem, apesar disso, meia hora depois da curetagem. Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros dias."

CULTURA

Bullying

por Solange Fonzar, colunista ONNE


Ana Beatriz Barbosa Silva lança livro sobre mentes perigosas nas escolas

São Paulo, abril de 2010 - Ana Beatriz Barbosa Silva, psiquiatra e autora dos best-sellers Mentes Perigosas – o Psicopata Mora ao Lado, e, Mentes Inquietas – TDAH: Desatenção, Hiperatividade e Impulsividade, lança no mês de maio o livroBullying - Mentes Perigosas nas Escolas, que aborda um dos assuntos mais discutidos na atualidade. A palavra de origem inglesa, Bullying, é um conjunto de atitudes de violência física e/ou psicológica que ocorre muitas vezes nas escolas e é caracterizado por atos agressivos, repetitivos e deliberados de alguns alunos contra outros alunos. Ofensas verbais, humilhação, exclusão, discriminação e agressões físicas ou sexuais caracterizam este tipo de comportamento. A prática pode acontecer em qualquer escola, independente das condições econômicas ou sociais dos alunos. Um exemplo bem atual aconteceu em março deste ano no Japão. A princesa Aiko, filha do príncipe herdeiro do trono imperial, Naruhito, e da princesa Masako, deixou de ir à escola onde frequenta em Tókio por causa das ofensas por parte dos colegas de classe. Apesar de parecer um comportamento novo, não é, mas só agora ele é reconhecido como causador de sérios danos e merecedor de medidas especiais para sua prevenção. As vítimas, na maioria das vezes, sofrem caladas e as consequências podem ser desastrosas: desde repetência e evasão escolar até o isolamento, depressão e, em casos extremos, suicídio e homicídio. De forma acessível e esclarecedora, o livro de Ana Beatriz faz uma investigação do problema, trazendo informações necessárias aos pais, professores, alunos e profissionais de diversas áreas para identificar esse tipo de violência e suas consequências, como também o que se pode fazer para combatê-la. Bullying - Mentes Perigosas nas Escolas Neste livro, a autora faz uma análise sobre um dos tipos de violência cada vez mais noticiado. Além dos bullies - os agressores - escolherem um aluno-alvo, que se encontra em franca desigualdade de poder, geralmente este já apresenta baixa autoestima. A prática de bullying agrava o problema preexistente, assim como pode abrir quadros graves de transtornos psíquicos e comportamentais que, muitas vezes, trazem prejuízos irreversíveis. "Após uma criteriosa investigação, observo que não somente crianças e adolescentes sofrem com essa prática, como também muitos adultos carregam aflições de uma vida estudantil traumática", alerta Ana Beatriz.

Mentes Inquietas – TDAH – Desatenção, Hiperatividade e Impulsividade Neste livro, a Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva recorre ao seu vasto conhecimento, resultante de prática clínica e de um autêntico passeio pelo interior do nosso cérebro, para descobrir o que influencia nosso pensar e agir. Na visão inovadora da autora cada pessoa é o que é, e um tratamento médico deve ser determinado para cada indivíduo. Escrito com clareza e espontaneidade, este livro soa como uma conversa na sala de estar de nossas casas. Partindo de casos verídicos, chega ao entendimento mais profundo de ser hiperativo mental e/ou físico.

Mentes Perigosas – O Psicopata Mora ao Lado Baseado em histórias reais, os exemplos citados em Mentes Perigosas ilustram comportamentos que um psicopata típico teria. Os casos trazem os mais diversos níveis de psicopatia, desde os mais leves até os moderados e severos. "Tentei esquadrinhar e tornar o tema o mais abrangente possível. Assim espero contribuir para que as pessoas se previnam das ameaças que nos rondam de forma silenciosa. Estou convencida de que falhas em nossas organizações familiares, educacionais e sociais são dados importantes, mas por si só não são suficientes para explicar o fenômeno da psicopatia.", explica a psiquiatra

Mentes Insaciáveis – 2 Ed. Por que as mulheres querem ser mais magras? O que são transtornos alimentares? Quais as diferenças entre anorexia e bulimia nervosa? Essas perguntas estão cada vez mais presentes na sociedade atual. Com uma narrativa sensível, humana e livre de preconceitos, Mentes Insaciáveisensina muito sobre os comportamentos alimentares dos nossos dias. Por meio de estudos de casos, o livro discute desde o diagnóstico de tais transtornos até a busca de tratamento adequado. A proposta aponta para se pensar o ser humano por inteiro - o corpo em profunda conexão com a mente e o espírito. O resultado é um livro para se devorar sem peso na consciência.

Mentes com Medo Na trajetória profissional de Ana Beatriz Barbosa Silva, os medos, as fobias e a ansiedade sempre lhe despertaram curiosidade. O livroMentes com Medo traz como proposta desvendar o que há por trás das atitudes humanas, ao relatar as experiências vividas por pessoas que sofrem de diversos tipos de medos e ansiedades. O livro está dividido em dez capítulos:Transtornos de Ansiedade,Transtornos do Pânico, Transtorno de Ansiedade Social, Medos Diversos, Transtorno de Estresse Pós-Traumático,Transtorno de Ansiedade Generalizada,Transtorno Obsessivo-Compulsivo,Dicas Preciosas e não medicamentosas para superar a ansiedade, De onde Vem Isso? e É preciso Saber Viver.

Solange Fonzar Solange é sócia-diretora daLivrariaElefante.com.br e apaixonada pela leitura. Com um repertório literário vasto, a colunista traz as novidades sobre o assunto semanalmente no Portal ONNE. Não perca a coluna "Livros" no canal Cultura.

Que mãe é essa?
Tem bicho mais estranho do que mãe? Mãe é alma contraditória. É alegria no choro. É carinho na raiva. É o sim no não. Só mãe mesmo pra ser o oposto... E depois o contrário de novo. Vai ver que é porque filho não vem com manual de instrução. e pra conduzir as crias no mundo, ela usa só de intuição, pra tentar fazer tudo direito. Mas como pode ser assim, tão incoerente? Ela diz: Filho, você não come nada... E logo se contradiz: Para de comer, que eu tô botando o jantar! E aí ela lamenta: Ai, que eu não vejo a hora desse menino crescer! Mas logo se arrepende: Deixa que eu faço, você ainda é uma criança... E quando ela manda: Tira essa roupa quente, menina! E logo em seguida: Veste o casaco, quer pegar um resfriado? Esse menino dorme demais... Esse menino não descansa... Essa menina vive na rua!... Filha, sai um pouquinho, vai pegar um sol... Pois é, gente, que pessoa é essa que jura que nunca mais... E no momento seguinte promete que vai ser pra sempre? Essa pessoa é assim mesmo: Igual e diferente de tudo o que a gente já viu. É a fortaleza que aguenta o tranco, só pra não ver o filho chorar. É o sorriso de orgulho escondido, só pra não se revelar. Mãe dá uma canseira na gente. E às vezes tira do sério... Até que um dia a gente se depara com uma ausência insuportável: É a mãe que vai embora, deixando um vazio enorme, escuro, silencioso. E aí descobre que, mesmo errando, ela sabia de tudo, desde o início. E fez de tudo pra acertar. Porque criar filho não tem regra - é doação e amor simplesmente. Então, se você tiver privilégio de abraçar sua mãe nesse segundo domingo de maio, agradeça, porque o presente é seu. E esteja certo: Mesmo sem manual de instrução, ela continua aí, atrapalhada, contraditória... Mas com o olhar atento, querendo entender como você funciona. E fazendo de tudo pra você não falhar. Feliz dia das mães! Texto Lena Gino FOTO:MINHA NETA COM A MÃE ADRIANA LÚCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Precisa-se De Loucos

De loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura espalhem alegria; com habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito

De loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura espalhem alegria; com habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito às pessoas e responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo. Precisa-se de loucos de paixão, não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados. Precisa-se de loucos de coragem para aplicar a diversidade em suas fileiras de trabalho, promovendo igualdade de condições sem reservas, onde as minorias possam ter seu lugar, em um ambiente de satisfação e crescimento pessoal, independente do tamanho do negócio, segmento ou origem do capital. Precisa-se de loucos visionários que, além da prospecção de cenários futuros, possam assegurar um novo amanhã, criando estratégias de negócios que estejam intrinsecamente ligadas às estratégias das pessoas. Precisa-se de loucos por novas tendências, mas que caminhem na contramão da história, ouvindo menos o que os gurus tem a dizer sobre mobilidade de capitais, tecnologia ou eficiência gerencial e ouvindo mais seus próprios corações. Precisa-se de loucos poliglotas que não falem inglês, espanhol, francês ou italiano, mas que falem a língua universal do amor, do amor que transforma, modifica e melhora, pois, palavras não transformam empresas e sim atitudes. Precisa-se simplesmente de loucos de amor; de amor que transcende toda a hierarquia, que quebra paradigmas; amor que cada ser humano deve despertar e desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia; amor cheio de energia, amor do diálogo e da compreensão, amor partilhado e transcendental. As Organizações precisam urgentemente de loucos, capazes de implantar novos modelos de gestão, essencialmente focados no SER, sem receios de serem chamados de insanos, que saibam que a felicidade consiste em realizar as grandes verdades e não somente em ouvi-las.

Madalena Carvalho Consultora Organizacional, com 17 anos de experiência profissional, atuando em projetos de desenvolvimento organizacional e gestão de pessoas.

VINICÍUS DE MORAIS ESTÁ NA INTERNET

Vinicius de Moraes está na internet

TER, 27/04/10

POR LIVIA DEODATO |

| TAGS BRASILIANA USP, VINICIUS DE MORAES

O acervo completo de poemas de Vinicius de Moraes acaba de ser colocado à disposição gratuitamente na Biblioteca Brasiliana USP.

São 15 livros doados pelo empresário e bibliófilo José Mindlin (1914-2010), que em breve vão integrar a coleção da biblioteca física e homônima que está sendo construída na Universidade de São Paulo (prevista para ser inaugurada em 2012).

Entre as obras em destaque estão a primeira compilação de Vinicius, O caminho para a distância (1933), a primeira edição de Orfeu da Conceição (1956) e o Livro de sonetos (1957), um dos mais populares livros do “poetinha”.

Este ano completam-se 30 anos da morte do carioca. O diplomata, dramaturgo, crítico de cinema, poeta e cronista da grande imprensa tornou-se uma das figuras centrais da música popular brasileira como compositor e letrista. Foi um dos pilares da Bossa Nova e parceiro de Antônio Carlos Jobim, Francisco Buarque de Hollanda, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Para deixar a terça-feira mais apaixonada, eis o Soneto da fidelidade (do livro Poemas, sonetos e baladas, de 1946), nunca demais na vida de ninguém:

De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.

Do blog MENTE ABERTA

PULSEIRINHA QUE NÃO É DO SEXO


Pulseirinha, que não é a do sexo, ganha braços das garotas cariocas – G1
Colorida e de plástico, cada unidade custa R$ 0,50. Elas avisam: as cores não têm qualquer significado.
As pulseirinhas coloridas de plásticos estão dominando a moda entre as crianças e adolescentes do Rio. Elas "amam" as opções de cores e o fato delas não terem qualquer relação ou conotação erótica, como a proscrita - pelo menos, de escolas públicas e privadas do estado -- 'pulseirinha do sexo'.
Em formato de aspiral, elas são, na verdade, prendedores de cabelos que a garotada preferiu transferir para os braços, ganhando, de forma sutil e com graça, espaço nas escolas e nas ruas. As cores destas 'novas' pulseirinhas não possuem nenhum significado; são pôr no braço, ficar colorido e se divertir - sem segundas intenções.
As meninas costumar usar no braço de 5 a 10 pulseirinhas coloridas, que podem ser encontradas em feirinhas de bairro e em lojas de bijuterias. Cada unidade custa R$ 0,50 e também podem ser compradas em pacotes com 5 pulseirinhas, que custam R$ 2.
As amigas Bruna Monnier e Lara Lins, ambas de 11 anos, contam as brincadeiras que podem fazer com as pulseirinhas. " Podemos trocar entre nós as pulseiras. Às vezes, ela tem uma cor que eu não tenho e a gente troca", explica Bruna.
Para Lara, que disse já ter usado a polêmica 'pulseirinha do sexo', usar essas 'novas' é uma forma de mostrar que não há maldade. " Eu usava a do sexo, mas não sabia do significado. Depois que foi proibida, joguei fora. Gosto mais dessas de aspiral, são bem mais bonitas", disse Lara.
Para Denise Lins, mãe de Lara, pulseirinhas coloridas passaram mais tranquilidade. "Fico bem mais calma em saber que estas não têm significados", disse a arquiteta, de 48 anos.
Já para Nelsimar Monnier, de 39 anos, as pulseiras em formato de fio de telefone dispensam preocupação. "Foi uma maneira inteligente que o comércio encontrou de continuar vendendo pulseiras coloridas, sem proibição e conotação sexual", acredita a mãe de Bruna.

PENA DE MORTE PARA HOMOSSEXUAIS DE UGANDA

Pena de morte para homossexuais de Uganda mobiliza entidades internacionais

País africano pode se juntar a outras sete nações que executam gays e lésbicas

publicado em 18/04/2010 às 06h00 - Lucas Bessel, do R7

Morte para quem mantiver relações com um deficiente físico ou menor de idade do mesmo sexo. Esta é a punição para casos de "homossexualidade agravada" prevista em um projeto de lei apresentado ao Parlamento de Uganda no fim de 2009. Tão logo a notícia ganhou o mundo, entidades de defesa dos direitos humanos e líderes do calibre de Barack Obama saíram a público para condenar a medida, que prevê várias outras punições para diferentes "graus" de homossexualidade. A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, chegou a ligar para o presidente conservador de Uganda, Yoweri Museveni, para avisar que, se sancionar a lei, o país pode dizer adeus à ajuda financeira americana. Mesmo assim, a previsão é de que o projeto do deputado David Bahati, do Movimento de Resistência Nacional, partido que detém ampla maioria no Parlamento, seja votado ainda no primeiro semestre. Apesar da discussão atual girar em torno do caso ugandês, o país africano não é o primeiro a prever pena de morte para homossexuais. Na verdade, sete outros países já têm leis tão duras quanto essa apresentada pelo deputado Bahati. Mauritânia, Nigéria, Sudão, Somália, Iêmen, Arábia Saudita e Irã prendem e executam gays e lésbicas. Para Godfrey Odongo, representante da Anistia Internacional (AI) para a causa GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros), ainda há muito a ser feito em relação aos direitos dos homossexuais em todo o mundo, mas especialmente na África: - Leis que criminalizam a homossexualidade estão espalhadas, principalmente pela África. Também temos registros de casos graves de discriminação contra gays e lésbicas em vários países do continente.

Odongo explica que a AI decidiu agir no caso de Uganda por meio da pressão interna e externa:

- Estamos advogando junto a oficiais do governo e líderes internacionais para que o projeto, que representa uma grave violação aos direitos humanos, seja retirado. A pressão da Anistia Internacional ganhou força com a presença de várias outras entidades, como a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (Ilga), maior e mais antiga organização do tipo no mundo, que junto com associações semelhantes em vários países começou uma campanha junto a governos locais para que pressionem Uganda.

No Brasil, quem tomou a frente na luta foi a Associação Brasileira de Gays Lésbicas e Transgêneros, que faz parte do conselho consultivo da UNU. Toni Reis, presidente da entidade, conta que levou o assunto diretamente ao governo brasileiro: - Acionamos o Itamaraty para que nos ajude a pressionar o governo de Uganda. Ainda não tivemos uma resposta, mas, se esse projeto passar, certamente haverá sanções por parte da ONU. Para Reis, as leis que criminalizam a homossexualidade, em especial aquelas que preveem pena de morte, desrespeitam os direitos humanos: - Na questão dos direitos humanos, não pode haver meio termo, sejam os antigidos gays e lésbicas ou não. Apesar de continuar na pauta de votações do Parlamento de Uganda, a pressão internacional sobre o projeto parece começar a surtir efeito. O deputado Bahati, autor da lei, admitiu à rede britânica BBC que pode modificar algumas das cláusulas previstas, embora não tenha detalhado quais. Procurado pela reportagem do R7 durante duas semanas, Bahati não retornou telefonemas e não respondeu e-mails.

Foto por Matt Dunham/10.dez.2009/AP

Ativista dos direitos GLBT protesta contra projeto lei que prevê pena de morte para homossexuais em Uganda; ativistas pressionam contra medida

INQUEBRANTÁVEL FIBRA


Inquebrantável Fibra
Livro: Vida e Mensagem
PSICOGRAFIA DE Francisco de Paula Vítor / J. Raul Teixeira
A sua vida foi uma trajetória de formidáveis realizações, constelada de belezas, capazes de deixar para o mundo o que há de mais sazonado, em termos de exemplo de enfibratura moral e talento intelectual, tudo isto associado a uma sensibilidade expressiva.
Nascida num lar de poucos recursos, na cidade de Varsóvia, em 1867, na velha Polônia, abrigava na alma o anseio de estudar, de avançar e de ser útil à ciência e às criaturas humanas, suas irmãs de lida comum,.
Após as oportunidades de estudar, que concedeu às irmãs mais jovens do que ela, que era a primogênita, seguiu para Paris, a fim de formar-se em ciências físicas, químicas e em matemática, o que logrou em pouco tempo, exitosamente.
Consorciada com o celebrado professor Pierre Curie, Marya Klodowska passará à história como a excelente Marie Murie, ou, simplesmente, Madame Curie.
Não obstante as condições de vida nada fáceis, desenvolveu-se como mulher, esposa, mãe e cientista, sem relegar nenhuma tarefa, sem abastardar-se, sem encharcar-se de materialismo, apaixonada pela vida, entusiasmada por tudo o que realizava.
Estudou, pesquisou, amou e converteu-se no único cientista a receber por duas vezes o prêmio Nobel, o que jamais ocorrera, até então.
Tendo sido a primeira mulher a tornar-se professora na Sorbonne, após a morte do marido, permaneceu vibrante e simples, compreendendo que a missão que Deus delega à mulher é sempre de caráter especial e sublime, para que ela se perca nos vales de ilusões e sombras do mundo.
Após anos de ingentes lutas por alcançar os seus objetivos, após ser o alvo das homenagens de inumeráveis instituições universitárias e científicas pelo mundo, conclui seus dias na reencarnação, assinalada pela grave enfermidade que o excesso de radiações, oriundas dos minérios que examinava sem os necessários cuidados, hoje existentes, lhe impusera.
Do hospital suíço de Sancellemoz, Marie Curie pode contemplar, ainda no corpo físico, os resultados maravilhosos do seu labor em prol do crescimento da Humanidade inteira.
Para que a mulher estude, não precisa negligenciar o lar. Para que se desenvolva intelectualmente, não necessita rechaçar os filhos. Para que seja independente e se faça grandiosa, não carecerá de abrir mão do seu valor moral, estribado na ética do bem e do amor.
Se se levantarem, em toda parte, valores femininos com essa inquebrantável fibra de Madame Curie, e de outras mulheres excelentíssimas, com certeza a ciência será tocada pela sensibilidade da alma, os filhos não serão relegados para a realização profissional de suas genitoras, e, com a mente mais voltada para a sua função mais alta, a mulher não se deixará explorar tanto, pela indústria da prostituição e da loucura, que toma conta da Terra, nesses tempos definidores dos verdadeiros valores da alma.
Foto:Médium e orador espírita Raul Teixeira

IPÊ AMARELO:DA ENERGIA SE FEZ VIDA

O ipê amarelo que reescreveu a sua história

A nossa história começa numa floresta em Rondônia. Depois vai para a capital. Dizem que o pai da nossa personagem já vivia há mais de uma centena de anos e era respeitado na floresta quando ela nasceu. Provavelmente, com a ajuda de um pássaro, ela foi semeada num local próximo ao que seus descendentes viviam. Trazia na sua história a vontade de viver. Mas sobreviver não bastava: aquela sementinha já sabia que teria também que dar vida, dar abrigo, dar frutos. A história de sua espécie previa ainda que teria um talento especial para a arte: suas flores dariam um belo espetáculo amarelo... Sua arte encantaria o homem a tal ponto que quem parasse e o enxergasse, se iluminaria com o seu significado. Em 30 dias a semente germinou. Em 9 meses, chegou a 30 cm. E levou algumas décadas para chegar à altura de um poste. Mas ela nunca quis ser poste. Sua vocação sempre foi ser Ipê amarelo. Queria escrever uma bela história de vida. No entanto, os olhos famigerados do homem não viram nada sagrado, nenhuma história, nem arte nenhuma. Só viram que aquela vida daria coisas lucrativas. Depois de ser cortada, arrancada e esquartejada, seus galhos menores e flores iriam direto pro lixo, seus galhos médios viajariam milhares de quilômetros até alimentar os fornos de pizzas paulistanas e por fim, seu corpo inerte seria enterrado na capital de Rondônia, o seu tronco morto seria reerguido e, morto em pé, viraria poste, na Cohab Floresta, Porto Velho. A arte florescente daquele Ipê Amarelo foi apagada. Como poste, por muitos anos, não trouxe mais luz nenhuma, só transportava a luz, fria. Era como um morto-vivo que só carregava a energia (dos outros) de um lado para o outro. Mas aquele ipê não esqueceu suas raízes. Teimou em continuar vivendo. Mesmo sob alta tensão, insistiu em dar seus últimos suspiros amarelos. Se fez florescer. E os homens de Porto Velho ficaram tão emocionados quando viram o que fizeram com o Ipê Amarelo que decidiram cuidar dele e levantaram, ao seu lado, outro poste (agora de concreto) para transportar a energia do homem contemporâneo. Essa história me faz pensar que histórias temos escrito e quais estamos escolhendo escrever em cada linha de energia de nossa vida... Que histórias a natureza nos tem contado e que iremos ouvir ou ignorar? Qual é a nossa vocação? Estamos onde gostaríamos de estar ou (sem saber explicar) somos arrancados pouco a pouco de nossas raízes ancestrais, culturais, naturais, emocionais e espirituais? Um ano que nasce ou um dia que passa nos dão a chance de renascer. A natureza, o sagrado e a arte nos ensinam que é possível ressuscitar. Mas é preciso, para isso, darmos uma chance a elas. É preciso reacender o nosso talento humano de não ver apenas coisas, mas de dar significado a estas “coisas”. É hora de dar sentido à nossa narrativa pessoal, diária e planetária. É tempo de reacender a nossa vocação humana, reinterpretar mistérios sobre-humanos e reescrever a nossa história.

Fabio Lisboa

http://www.fabiolisboa.com.br/

MENSAGENS ELETRÔNICAS DISSEMINAM MENTIRAS PELA INTERNET

No dia da mentira, conheça algumas das mensagens disfarçadas de denúncias ou serviços, mas que não passam de informações falsas que causam prejuízos e colocam vidas em risco.

G1.globo.com/jornaldaglobo

André Luiz Azevedo - Rio de Janeiro

Todo mundo que usa computador volta e meia recebe mensagens com histórias alarmantes. Parecem verdadeiras, mas é tudo mentira. E elas não param. É o caso do e-mail falso sobre um livro didático dos Estados Unidos. A mensagem diz que “... os livros de geografia de lá, estão mostrando o mapa do Brasil amputado, sem o Amazonas e o Pantanal". E ainda mostra a imagem do que seria o novo mapa do Brasil. E o refrigerante perigoso? O e-mail diz: “... vinte e três pessoas já passaram pelo Hospital das Clínicas com os mesmos sintomas: a falta de atividade renal e o aparecimento de tumores ... após ingerirem altas doses do guaraná". Tudo absolutamente falso. A mentira na internet tem até um nome técnico, que significa trote em inglês. O assunto é sério e ocupa os centros de atendimento das empresas que são vítimas das falsas histórias. No caso do refrigerante, os boatos e mentiras chegam a ser responsáveis por até 15% dos atendimentos na central telefônica. São tantas histórias absurdas que a empresa coloca até na página da internet as explicações sobre algumas delas, mas a criatividade maldosa parece não ter limite. “Alguns casos a gente percebe que tem envolvimento não só do Brasil, mas de outros países. Acho que é igual a um telefone sem fio, alguém fala alguma coisa que até pode ser verdade no contexto, e alguém distorce aquela história, distorcida ela vira uma mentira”, diz Elizabeth Almeida, gerente de atendimento ao consumidor. Às vezes a mentira na internet causa problemas muito mais graves. É o caso de um e-mail falso que atacava um hospital de Sorocaba no interior de São Paulo. Dizia que “... estão fazendo apenas 120 transplantes por mês por falta de pacientes. Muitas córneas são desprezadas (jogadas fora) após o seu período limite de uso". A mensagem começou a circular há oito anos e até hoje ainda provoca dor de cabeça para o hospital. Que teve de montar uma central só para atender quem pensa que o boato é verdadeiro “Nós tivemos que investir muito nessa estrutura de telefonia, não só em pessoas, mas em equipamento, em software, para poder dar conta de todas as ligações e não é só a questão da ligação. É o tempo que isso exige da gente, porque esclarecer uma mentira é muito difícil. Foi uma pessoa que colocou isso na rede e trouxe todo esse transtorno para a gente”, declara Edil Vidal de Souza, superintendente do banco de olhos. Um professor de marketing diz que enfrentar a mentira na internet é um dos grandes desafios do mundo moderno. “Hoje é muito fácil você disseminar uma historia dessas, antigamente era no boca a boca, um falava para o outro. Hoje com redes sociais, em um clique a pessoa espalha isso pra centenas, milhares de pessoas”, diz Luiz Antonio Dib, coordenador de marketing da Coppead – UFRJ.

LENDA HINDU DA SERPENTE E DO SANTO



Texto inserido no capítulo 20, do livro OS MENSAGEIROS – PSICOGRAFIA DE CHICO XAVIER/ANDRÉ LUIZ-20ª EDIÇÃO
EDITORA FEB
FAZ PARTE DE UMA COLEÇAO
Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo. Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto.Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região,mais confiado no senhor que em si mesmo.A serpente o atacou desrespeitosa.Ele dominou-a,porém,com o olhar sereno, e falou:-Minha irmã,é da lei que não façamos mal a ninguém. A víbora recolheu-se, envergonhada. Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente. Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes. Mostrou-se integralmente pacífica,mas,desde então,começaram a abusar dela.Quando lhe identificaram a submissão absoluta,homens,mulheres e crianças davam-lhe pedradas,A infeliz recolheu-se a toca,desalentada.Vivia aflita,medrosa,desanimada. Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la. Espantou-se, observando tamanha ruína. A serpente contou-lhe, então, a história amargurada. Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na. O sábio pensou, pensou e respondeu após ouvi-la:- Mas, minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus.Não ataques as criaturas de Deus,nossas irmãs no mesmo caminho da vida,mas defende a tua cooperação na obra do senhor.Não mordas,nem firas,mas é preciso manter o perverso a distância,mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.
Nesse momento, Aniceto sorriu de maneira expressiva. O administrador fez longa pausa e concluiu:- Creio que a fábula dispensa comentário.
.

AZUL

AZUL

PERNAMBUCO

PERNAMBUCO
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...



QUER PERSONALIZAR SEU BLOG?CLIQUE NO SELO E FALE A MERI!!!!