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Clamor social: o clímax e a indiferença dos governantes



Clamor social: o clímax e a indiferença dos governantes

Divaldo Franco

Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas...

Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.

O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.

Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.

A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.

É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.

Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.

O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz.

* Divaldo Franco escreve às quintas-feiras, quinzenalmente no Jornal A Tarde da Bahia em 20-06-2013.

 

3 comentários:

  1. O Amor é complexo, mas é lindo,
    muito lindo! Quando ele .
    Acredite no Tempo, na Amizade,
    na Sabedoria, e principalmente no Amor.
    A verdadeira amizade supõe um pacto de fidelidade,
    uma capacidade de dar sem esperar resposta.
    Em nome desse amor , que estou aqui hoje.
    Um dia especial..especial de verdade.
    O aniversário da minha princesa(Lara)
    por isso venho convidar para uma visita no meu blog.
    Uma semana abençoada e na paz.
    Beijos no coração ,Evanir

    ResponderExcluir
  2. Oi, Zilda!!
    Repressão no ar!! Aqui no Rio quem protesta está sendo preso por desordem social. E a nossa presidenta falando em "ordem" com um governo cheio de desordem social. Os políticos tem essa habilidade de reverter o sentido das ações. Daqui a pouco assumirá para si a identidade dos protestos.
    Beijus,

    ResponderExcluir
  3. Cheguei ao seu blog e fiquei entusiasmado, pois foi feito com muita graça, e com boa intenção.
    Gostei do que li e achei um blog abençoado, onde se aprende muito.
    Sou António Batalha, tenho um blog peregrino e servo, se me der a honra de o visitar ficarei grato.
    PS. Se seguir meu blog faça-o de forma a que eu possa encontrar o seu blog para segui-lo também.
    Que a Paz de Jesus seja sempre consigo.

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